sábado, 20 de maio de 2017

Novos bispos consagrados no Brasil, Estados Unidos e Angola

Novos bispos consagrados no Brasil, Estados Unidos e Angola
O crescimento da Obra requer do homem de Deus maior responsabilidade


publicado em 17/05/2017 às 00:15.

Por Jeane Vidal / Foto: Cedidas


Tags: novos bispos consagração



 


Quando Deus tirou Davi de trás das malhadas, de detrás das ovelhas (1 Crônicas 17.7), para consagrá-lo rei de Israel, Ele sabia que, para torná-lo naquilo que havia planejado, era preciso capacitá-lo, prepará-lo para tamanha responsabilidade, tendo em vista que ele era apenas um garoto, que pastoreava as ovelhas do pai.

Muitas lutas Davi teria de travar, com os inimigos mais poderosos, a começar pelo gigante Golias, até se tornar um grande rei, respeitado, admirado e amado por todos.

Por isso, a primeira coisa que Deus fez foi enviar o profeta Samuel até a casa de Jessé, para então derramar o azeite da unção sobre a cabeça de Davi e consagrá-lo. A partir daquele momento, Davi recebeu de Deus capacidade para governar o povo de Israel e derrotar todos os inimigos.

Ele era o menor da casa de seu pai, o mais incapaz, aos olhos da própria família, mas para Deus ele era a pessoa ideal para cumprir o propósito dEle. Era sincero, humilde, temente a Deus e, embora não fosse visto por ninguém, dava o seu melhor naquilo que havia sido colocado em suas mãos. Ele dava a vida pelas ovelhas.

Esse é o espírito do verdadeiro homem de Deus. Esse é o espírito dos pastores da Universal.

A exemplo de Davi, eles foram tirados de trás das malhadas. Muitos eram menosprezados, desvalorizados pela sociedade e pela própria família. Viviam perdidos nos vícios, na prostituição, na criminalidade, doentes, com uma vida miserável. Mas, ao chegarem à Universal e tomarem conhecimento da Verdade, se entregaram de corpo, alma e espírito e tiveram a vida completamente transformada. E, então, decidiram renunciá-la em favor dos aflitos.

Iniciaram uma jornada árdua, cheia de obstáculos e percalços, lágrimas derramadas no altar, mas gratificante, pelo prazer de servir ao Senhor Jesus e estarem incluídos no plano dEle: salvar o mundo.

Seguindo o que orienta a Palavra de Deus (1 Timóteo 3.1-10), após esses homens de Deus passarem por tantas coisas, tantas privações, perseguições e lutas para levar a Palavra de Deus, terem perseverado e permanecido fiéis, eles têm o seu ministério aprovado por Deus e pelos homens e recebem a consagração a bispo, a fim de serem capacitados para coisas ainda maiores.

Maranhão

No Brasil, na última semana de abril, foram consagrados mais dois bispos, no estado do Maranhão (foto acima).

O primeiro foi o bispo Mário Roberto de Lima Barbosa, de 60 anos — 32 deles servindo a Deus no Altar.

Nascido no estado da Bahia, o bispo Roberto, como é conhecido, chegou à Universal já casado, porém, com a vida e o casamento destruídos pelos vícios e pela prostituição. A esposa, Maria da Glória dos Santos Barbosa, com quem está casado há 37 anos, chegou à Igreja primeiro e foi quem buscou por ele. Tiveram a vida e o casamento restaurados e, após 1 ano, já estavam fazendo a Obra de Deus no Altar.

 


Já passaram por vários estados brasileiros: Bahia, Pará, Amazonas, Rondônia, Rio Grande do Norte e, atualmente, estão no Maranhão.

Para o novo bispo não existe nada mais gratificante do que fazer a Obra de Deus. “Essa consagração representa o prazer e a alegria de servir ao meu Senhor, ajudando pessoas que, se não fossem ajudadas, estariam mortas e, pior, no inferno.”

A outra consagração no estado foi do bispo Ildeglando de Oliveira Souza, que atende por bispo Oliveira e faz a Obra de Deus há 28 anos. Foi na mesma igreja em que se converteu que conheceu a esposa, Ozanir Pereira Alves de Souza, com quem está casado há 25 anos. Serviu a Deus nos seguintes estados: Ceará, Bahia, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Alagoas, Amazonas, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Maranhão, onde atualmente é responsável pelo grupo de obreiros voluntários do estado.

Ele se recorda de que, quando iniciou na Obra, havia uma perseguição muito grande contra a Igreja. “Nessa época as nossas igrejas eram apedrejadas e nós éramos perseguidos até nas ruas. Foi o próprio Deus que permitiu que acontecesse tudo isso, para nos fazer crescer e amadurecer.”

Estados Unidos

Nos Estados Unidos também foram consagrados, recentemente, mais três novos bispos. No último dia 25 de abril, o bispo Jean Carturani; no dia 5 de maio, os bispos Márcio Oliveira e Jeferson Murilo Vizerra.

O bispo Jean, de 37 anos, e a esposa, Bianca Carturani, de 35 (ambos na foto acima), são casados há 18 anos e estão na Obra há 16. Estiveram por 10 anos servindo a Deus nos Estados Unidos e, recentemente, foram enviados como responsáveis pela Universal à Guatemala, na América Central.

Para ele, a verdadeira consagração acontece muito antes de ele ser ungido com azeite. “Sempre tive essa consciência, e por essa razão sempre me senti honrado sendo obreiro, auxiliar ou pastor. Essa honra e responsabilidade sempre estiveram dentro de mim, e a cerimônia de consagração veio para confirmar tudo isso e sem dúvida alguma foi muito importante.”

Em 24 anos fazendo a Obra de Deus no Altar, o bispo Jeferson, de 41 anos, e sua esposa, Betânia de Lourdes Silva
Vizerra (ambos na foto abaixo), veem essa consagração como a aprovação do ministério deles. “É o sinal de que Deus tem recebido e aceitado as nossas ofertas no Altar dEle. E nos tornarmos mais servos ainda, e continuaremos servindo com a mesma intensidade.”


Além de vários estados brasileiros, eles já trabalharam em vários estados dos Estados Unidos e, atualmente, são responsáveis pelo trabalho da Universal no estado da Pennsylvania.

 


O bispo Marcio e a esposa, Daniela de Oliveira, tinham 20 e 18 anos de idade, respectivamente, quando foram chamados para o Altar e, em seguida, enviados para o estado de Minas Gerais com a responsabilidade  de iniciar o trabalho na cidade de São João Del Rei. Não havia nada ainda lá, teriam que começar do zero. “Mas a alegria de saber que começaríamos uma igreja superava todos os percalços. Não tínhamos ainda obreiros, havia escassez em tudo, mas não faltavam fé e alegria”, recorda-se ele.

Hoje o novo bispo está com 40 anos e há 14 desenvolve o trabalho nos Estados Unidos. Atualmente é responsável pelo trabalho da Universal em Dallas, no Texas.

Outras consagrações

No último dia 14 de maio aconteceram mais nove consagrações:

No Brasil, foram consagrados os bispos Joel de Araújo e José de Jesus Peixoto, ambos no estado de Sergipe; nos Estados Unidos, o bispo Alexandre Teixeira, em Houston, no Texas; em Angola, os bispos Antonio Chavonga, Manuel Antonio do Rosário Mendes, Ademilson Miguel Santos, Paulo Meireles Rosa Comba, Manoel Lopes da Silva e Alfredo Alberto. 




Projeto da UNIVERSAL faz um evento na Fundação CASA, Ruth Pistori.


Neste último domingo aconteceu um animado evento, os voluntários da Universal chegam à Fundação Casa Bom Retiro, cheios de fé e de muita alegria e com muito amor para ajudar as jovens internas, no clima de muita animação a primeira tecladista da Universal Cristina Miranda com a participação do cantor Junior Reis e da cantora Beatriz cantarão lindo louvores para glorificar o Sr.Jesus, com todos ali presentes. 





O Grupo de Teatro UNIVERSAL na Fundação CASA apresentou um peça cujo o nome O Leilão de Uma Alma.










Ao termino da peça o Bispo Geraldo Vilhena Coordenador responsável pela Evangelização na


Fundação Casa de São Paulo ensinou sobre como usar a fé para vencer todos os problemas. 



Em seguida todas as jovens internas receberam orações feita pelos voluntários da UNIVERSAL. 







Para finalizar o evento foram servido muitos bolos e refrigerantes e sorvetes para todos os presentes.





A direção da Fundação CASA, agradece pela iniciativa do Projeto UNIVERSAL na Fundação CASA.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Calebe Brasil Osasco em AÇÃO.

Calebe Brasil Osasco em AÇÃO.





São varias atividades que o Grupo Calebe Brasil OSASCO realizam em varias UNIVERSAL do Brasil 

Com ajuda dos voluntários que se dedicam a este projeto.Diz o Bispo Geraldo Vilhena.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Príncipe desencantado

Príncipe desencantado

Mais de 15 brasileiras são mortas por dia no País, segundo o Ipea





Um homem bonito, carinhoso e sempre disposto a fazer elogios e oferecer mimos. Aos 16 anos, Glaucia Santos acreditou que havia encontrado a pessoa de seus sonhos e não pensou duas vezes ao começar o namoro com o “príncipe encantado” que ela havia conhecido durante uma festa. O rapaz era cobiçado por outras moças e Glaucia se sentia feliz por ter sido a escolhida.


No auge da paixão, ela só tinha olhos para o namorado. Aos poucos, Glaucia foi se afastando de amigos e familiares para dedicar mais tempo ao amado. Presentes e carinhos faziam parte da rotina dos dois. O ciúme, também. “Ele começou a ir me buscar na porta do colégio e não gostava que eu conversasse com outros homens, até com primos. Também fui me afastando das minhas amigas. Eu achava que o ciúme era normal, pensava que ele iria mudar quando me conhecesse melhor”, relembra.


Para Glaucia, o ciúme significava uma “preocupação em perder a mulher amada”. À medida que passava mais tempo com o namorado, ela começou a perceber que o rapaz esboçava sinais de agressividade: “A primeira vez que ele me empurrou eu fiquei surpresa, mas ele me pediu desculpas e me encheu de beijos”. Aos poucos, o príncipe encantado virou monstro. “Comecei a dormir na casa dele e via algumas coisas erradas. Quando eu perguntava o que estava acontecendo, ele era agressivo, xingava, mandava eu calar a boca. Às vezes ele trancava a porta e não deixava eu ir embora, me obrigava a passar a noite lá”, diz, acrescentando que descobriu naquela época que ele era traficante de drogas.


As agressões verbais se transformaram em agressão física que deixavam marcas roxas pelo corpo da moça. A cada abuso, a autoestima de Glaucia diminuía um pouco mais e ela se via cada vez mais presa ao relacionamento. “Quando eu soube das atividades dele, quis terminar o namoro, mas ele me ameaçava e eu tinha medo”, relata. O relacionamento durou cerca de um ano e sete meses e só terminou após mais um episódio perverso. “Um dia, depois de uma briga, ele me violentou sexualmente na frente de outros homens e ainda me ameaçou dizendo que eles fariam o mesmo comigo”, finaliza.


Vida nova





Após finalmente conseguir fugir das agressões, Glaucia passou a ter “aversão” a homens. Foi nesse período que conheceu o atual marido, Rudnei Gomes. Ela morava em Guararema, no interior de São Paulo, e ele trabalhava na área de hotelaria da mesma cidade. “Eu estava caminhando na rua e a gente se viu. Entramos por acaso no mesmo comércio e conversamos um pouco. Começamos uma amizade e contei minha história. Ele frequentava a Universal e quis me ajudar a superar o trauma das agressões”, fala.


Os dois foram se conhecendo aos poucos. O caráter e o respeito que Rudnei demonstrava foram as características que mais chamaram a atenção de Glaucia. “Ele me respeitava muito. Quando decidimos começar a namorar, ele quis conhecer meus pais, foi algo totalmente diferente”, analisa. Hoje, eles estão casados há 14 anos e têm uma filha, Laura, de 12 anos. “Aprendi que amar é cuidar, respeitar o outro. Ciúme não é cuidado. A gente precisa conhecer muito bem a pessoa com quem está se relacionando, observar os sinais de violência. Aquela coisa que fere e que machuca não é legal. Não vale a pena insistir em um relacionamento assim”, finaliza.


Fim da violência


Glaucia passou pelo ciclo de violência experimentado por muitas brasileiras. O problema costuma começar com cenas de ciúme e discussões e às vezes só termina com a morte da mulher. Mais de 50 mil mulheres foram assassinadas no Brasil entre 2001 e 2011, segundo o estudo “Violência contra a Mulher: feminicídios no Brasil”, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em 2013. A estimativa é que mais de 15 mulheres morram por dia vítimas de violência de gênero. A maioria das mortes ocorreu dentro de casa e foi praticada por companheiros.


Para quebrar esse ciclo, é fundamental que alguém faça uma denúncia. O alerta é da delegada de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro Soraia Vaz de Sant’Ana. “A denúncia é um instrumento de cidadania, qualquer pessoa que saiba de casos de violência doméstica deve denunciar, como vizinhos, parentes, amigos e conhecidos. A vítima muitas vezes não denuncia por medo ou culpa, ela está numa relação de dependência emocional e/ou financeira com o agressor”, afirma.


A delegada, que já foi responsável por delegacias especializadas em atendimento à mulher, diz que o combate à violência deve envolver toda a sociedade. “A escola e a família devem estar comprometidas a criar uma cultura de respeito à mulher. Mães e pais precisam ensinar as crianças a respeitar as mulheres. Em muitos casos, os agressores viveram em lares violentos e viram a própria mãe sendo massacrada dentro de casa, esses homens cresceram acreditando que são donos da mulher”, analisa, acrescentando que muitos agressores devem passar por acompanhamento e tratamento psicológico.


Problema cultural





O Brasil tem a terceira melhor legislação do mundo no combate à violência doméstica, segundo as Nações Unidas. Criada em 2006, a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340) aumentou as penas para agressores e determinou o encaminhamento das vítimas a programas e serviços de proteção e de assistência social. Hoje, todo ato praticado com violência doméstica e familiar contra a mulher é crime e não se permite mais a aplicação de penas brandas como multa e cesta básica. Ou seja, o agressor pode ir para a cadeia.


Na prática, entretanto, a Lei Maria da Penha enfrenta dificuldades para ser cumprida, como despreparo de alguns profissionais, falta de estrutura em alguns estados, medo, vergonha e falta de apoio de familiares. É o que explica Carlinda Tinôco Cis, coordenadora nacional do Raabe, grupo da Universal que oferece ajuda a mulheres vítimas de violência.


Carlinda destaca que o desrespeito às mulheres faz parte da cultura de muitos brasileiros. “A Lei Maria da Penha é completa, mas fica insuficiente quando o agressor se sente no direito de agir de forma livre. A mulher continua sendo perseguida e muitas chegam à morte. A nossa sociedade culturalmente ainda é machista, tem homens que não sabem que o que estão fazendo é crime. O homem que ama de verdade cuida, esse que bate em mulher não tem amor-próprio e muito menos pela esposa que está ao lado dele”, afirma.


Mulheres querem fim do silêncio





Ajudar mulheres que estão em risco: foi com esse objetivo que mais de 2 mil voluntárias do projeto Raabe ocuparam as ruas de várias cidades brasileiras, no último dia 25 de novembro. Idealizado pela escritora e apresentadora Cristiane Cardoso, o evento marcou o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Violência Contra a Mulher.


Com camiseta branca e panfleto na mão, cada voluntária tinha a tarefa de oferecer apoio e orientação a mulheres vítimas de violência doméstica e outros tipos de agressões. As pessoas atendidas receberam rosas vermelhas e foram convidadas a participar de uma reunião especial, marcada para 14 de dezembro em todas as Universal.


Em São Paulo, a data também marcou o encerramento de um ciclo de atividades que durou 16 dias. Nesse período, mais de 400 voluntárias do Raabe e do Godllywood percorreram ruas, pontos de ônibus, trens e comunidades alertando mulheres sobre a violência doméstica.


“O Projeto Raabe abraça a mulher e cuida dela até que ela possa caminhar com os próprios pés. Enquanto a gente não vê resultado, a gente não desiste, mesmo que a mulher caia muitas vezes. O Raabe é paciente e é ouvinte para cuidar”, explicou Carlinda, presente ao evento em São Paulo.





Além do apoio das voluntárias, o evento também contou com a presença de advogadas, conselheiras e assistentes sociais, que ofereceram aconselhamento gratuito nas tendas montadas pelo projeto. “Essa é uma oportunidade fundamental para que a gente possa levar informação às mulheres. Muitas vezes, elas ficam tão desorientadas que não sabem nem qual serviço procurar. Esse trabalho também é uma forma de reforçar a questão da autoestima, pois, uma vez que a mulher se empodera de seus direitos e recupera a autoestima, ela consegue sair da situação de violência”, relatou a assistente social Arlete Lima, que atuou na Praça da Sé, em São Paulo.


O evento também marcou o lançamento oficial do símbolo do Raabe, o laço vermelho, que pôde ser visto em botons pregados nas camisetas de todas as participantes. “Ele expressa a liberdade de sofrimentos, de traumas, de problemas familiares, é o recomeço”, concluiu Carlinda.


Promotora alerta para ignorância dos homens




Acostumada a acompanhar casos de violência doméstica, a promotora de Justiça Maria Gabriela Manssur percebeu que muitos homens voltavam a cometer o mesmo crime. Para tentar mudar essa situação, ela criou em Taboão da Serra (SP) o projeto-piloto Tempo de Despertar, um curso para homens agressores. O projeto tem apoio do Ministério Público de São Paulo e do Núcleo de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Taboão da Serra. Maria Gabriela conversou com a Folha Universal após seminário promovido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Seds) de São Paulo.


Folha Universal: Por que criar um curso voltado aos agressores?


Maria Gabriela: É uma nova visão. O trabalho com agressores é parte importante do combate à violência contra a mulher. Nosso objetivo é conscientizar esses homens, levá-los a fazer uma reflexão sobre os atos cometidos para que eles não voltem a praticá-los. A lei não anda sozinha, ela precisa estar de mãos dadas com a educação. Então, precisamos levar informação sobre os direitos da mulher para agressores e também para os jovens em geral. Em 2015, vamos ampliar o curso para outras cidades do Estado de São Paulo.


FU: O curso inclui palestras com psicólogos, delegados e policiais. O que é ensinado?


Maria Gabriela: Os encontros discutem o desrespeito às mulheres, a Lei Maria da Penha, os direitos da mulher, sexualidade, uso abusivo de álcool e drogas. Muitos nunca tinham ido a um psicólogo. Também procuramos entender se esse homem está em situação de vulnerabilidade e oferecemos ajuda aos que estão desempregados, os encaminhamos a cursos, para acompanhamento psicológico e ao tratamento de drogas e álcool.


FU: Qual foi a reação dos homens ?


Maria Gabriela: No início, alguns não gostaram, diziam que não eram criminosos. Mas 75% deles compareceram em todos os sete encontros e participaram dos debates. Tivemos resultados positivos, eles conseguiram se conscientizar sobre a necessidade de respeitar as escolhas da mulher, percebi uma mudança no comportamento deles. Espero que os homens possam despertar para uma nova vida com mais amor e sem violência.


Atenção, isso também é crime


Agressões físicas e sexuais são as ações mais conhecidas quando se trata de violência contra a mulher. Mas existem outras que podem levar agressores para a cadeia. Confira:


• perseguir e ameaçar a mulher


• xingar, insultar e agredir verbalmente


• difamar a mulher no trabalho dela ou em outros locais


• impedir a companheira de sair de casa ou de trabalhar


• esconder ou destruir documentos da mulher


• forçar a companheira a manter relação sexual – isso é estupro!


• destruir móveis da casa ou roupas e outros pertences da mulher


• obrigar a mulher a atos humilhantes


Fonte: Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006)

Falando pelos cotovelos

Falando pelos cotovelos

Como controlar a vontade de contar tudo ao marido na hora errada?

Você volta para casa depois de um dia estressante no trabalho. Logo no elevador do seu prédio, você encontra com aquela vizinha que sempre tem alguma coisa para reclamar a seu respeito. Realmente, esse não foi um dia fácil e você não vê a hora do seu marido chegar em casa para desabafar com ele todas essas situações em que você se sentiu impotente, injustiçada e cansada.
Mas você já parou para pensar que seu marido também pode ter vivido um dia difícil e está tão cansado quanto você? Além disso, geralmente, homens não costumam expressar suas aflições da mesma forma que as mulheres. Eles procuram outras formas para relaxar a mente, em vez de conversar.
Para a psicóloga especialista em terapia de casais Esther Kalb, muito além da generalização que envolve o comportamento de homens e mulheres, a necessidade delas de falar muito pode ter base científica. “A suposta tagarelice feminina tem sido admitida como característica comprovada cientificamente, inclusive há teorias que atribuem a existência de centros coordenadores da linguagem tanto no hemisfério cerebral esquerdo quanto no direito nas mulheres, enquanto no cérebro dos homens as áreas da fala e da linguagem estão restritas ao hemisfério esquerdo”, explica ela.
A estratégia de soldados compartilharem traumas vividos em guerras com outras pessoas já se tornou uma prática conhecida por terapeutas em regiões de conflitos. É como se, quando eles contassem o episódio que os traumatizou, estivessem revivendo aquela situação perturbadora novamente, mas, desta vez, acompanhados por alguém, o que torna o trauma  mais leve. Nessa mesma linha de pensamento, a mulher que deseja compartilhar tudo o que aconteceu com ela está procurando vivenciar as experiências negativas que teve naquele dia, só que, desta vez, acompanhada pelo seu marido.
Contudo, se você parar para pensar, contar para o seu marido quanto o seu chefe é chato ou sua vizinha a incomoda não vai alterar o dia que você teve nem mudar as pessoas que a perturbam. A auxiliar comercial Kátia Virginia da Silva, de 32 anos, sempre foi muito comunicativa e começou a perceber que isso poderia atrapalhar muito o seu casamento. “Sempre gostei de me expressar, de dizer aquilo que penso, de expor minhas opiniões, mas comecei a perceber que isso também tem seus pontos negativos”, afirma.


Era só o marido chegar em casa para ela começar a despejar todos os acontecimentos do seu dia nos ouvidos dele. “Queria compartilhar os problemas que aconteciam no trabalho, no dia a dia, ou contar alguma situação diferente. Sentia muita vontade de dividir com ele na hora, assim que ele chegasse, mas percebi que ele ficava meio desligado, parecia desinteressado. Uma solução que encontrei foi procurar o momento certo para falar e começar a respeitar o espaço dele”, explica.
E solução adotada por Kátia é uma de muitas que podem ajudar o relacionamento a não virar um monólogo. O segredo não está em se calar, mas em encontrar um equilíbrio para que os dois falem. “Se você quer se comunicar melhor com seu cônjuge, mas as respostas dele parecem não ir muito além do ‘sim’, ‘não’, ou ‘talvez’, converse com ele e tente resgatar o diálogo. Caso sinta que há necessidade, não se intime e busque ajuda profissional”, recomenda a psicóloga.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Quem era CALEB

Quem era CALEB














O nome Caleb é um nome bíblico. Sua origem é hebraica. Surge de kelebh, que significa literalmente “cão", "cachorro”.

Caleb foi um dos espiões enviados por Moisés à Canaã, conhecida como a "Terra Prometida".

Caleb e Josué foram os únicos dos 12 espiões que voltaram da missão entusiasmados com o que viram em Canaã.

De todos os hebreus que saíram do Egito, Josué e Caleb foram os únicos que viveram para entrar na Terra Prometida. Essa era assim chamada em virtude da promessa de Deus de que as pessoas encontrariam um local para viver em harmonia.

Caleb era conhecido por ter ainda a força de um jovem, mesmo quando já tinha alguma idade. Por esse motivo, esse nome acabou sendo também considerado um sinônimo de força e vitalidade.

A beleza do nome decorre desses atributos e também da simbologia do cão, que o mesmo carrega: lealdade e proteção.

Na bíblia sagrada cristã, as referências ao nome Caleb estão presentes nos livros de Números, Juízes e Josué.

Foi nesta fé que surgiu o Projeto CALEBE diz: o Bispo Geraldo Vilhena.






Grupo CALEBE de OSASCO está em AÇÃO.

quinta-feira, 20 de abril de 2017