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sábado, 27 de setembro de 2014

O que fazer quando a emoção lhe domina também no trabalho?

O que fazer quando a emoção lhe domina também no trabalho?

Saiba que tipo de comportamento pode acabar com as suas chances de sucesso profissional





Quem nunca passou por situações difíceis no ambiente de trabalho? Suportou as pressões de chefes perfeccionistas; evitou continuar uma possível discussão com algum companheiro de trabalho, só para não criar um clima desconfortável; ou até mesmo viu algum colega de trabalho se debulhar em lágrimas depois de algo dar errado?
Há momentos na vida em que dá vontade de gritar e dizer alguns desaforos para certas pessoas. Dá vontade de dizer o que realmente sentimos e pensamos, ali, na mesma hora. Mas, por mais libertadora que essa atitude possa parecer, agir de acordo com o que se sente pode ser um verdadeiro “suicídio” profissional.
Bruno Ferraz, consultor em gestão de pessoas, afirma que “excessos chamam muito a atenção, principalmente pelos efeitos colaterais que eles causam, como a queda de produtividade do funcionário”. Tanto as emoções agressivas – como a raiva – como as passivas – como o desânimo e a tristeza – são extremos que devem ser evitados e controlados.
Tratar mal os companheiros, com xingamentos, respostas grosseiras e piadas de mal gosto são atitudes que causam situações desconfortáveis e atrapalham a união da equipe. “O primeiro passo é ignorar, ‘dar um gelo’, e, com isso, isolar a pessoa, para que ela perceba o impacto de seus comportamentos inadequados. Se não adiantar, será preciso fazer uma reclamação verbal ao chefe e, se o caso for grave, por escrito”, aconselha Ferraz.













Pessoas agressivas e que desconhecem os limites do respeito e da intimidade causam situações de mal-estar na equipe e são fortes candidatas ao desemprego. Já a tristeza e o desânimo são fatores que levam à queda de produtividade e, por isso, são perigosos para o profissional que deseja sucesso. Para o consultor, “o ideal seria entender os motivos, pois ninguém fica apático por nada. Se houver motivos relevantes, deve-se analisar se é necessário que o profissional receba férias, descanso, treinamento ou se o caso é de desligamento”.
Manter o equilíbrio emocional, ter um bom relacionamento com os companheiros de trabalho e agir de forma racional são os elementos psicológicos do profissional bem-sucedido. “Quando a pessoa perde o controle com muita frequência e não consegue mais reagir, é recomendável pedir férias ou até uma licença médica, se for o caso de algum distúrbio de comportamento que precise ser tratado. Quanto mais cedo a pessoa procurar ajuda, maiores serão as chances de controlar o problema", finaliza Ferraz.
Use a razão para resolver os problemas
A empresária Tinalha Estrela, de 32 anos, também já sofreu pressões emocionais no trabalho. “Eu era funcionária e passei a ser a dona de uma panificadora em que trabalhava. Devido a uma situação de falência sofrida, havia funcionários com os salários atrasados, mas o dono fugiu e ia deixar todos sem pagamento, inclusive a mim. Então, tomei a frente da empresa e assumi a dívida.”
Tinalha conta que quase ficou louca devido à pressão dos antigos funcionários, mas conseguiu usar a razão em vez da emoção e resolver a situação. “Graças a Deus eu já conhecia a Universal e tive forças para continuar a luta. Problemas surgem, de todos os tipos, mas sigo em frente, pois sei que serei vitoriosa ainda mais do que já sou.”





Uma maquete do Templo de Salomão feita pelos jovens internos da Fundação CASA  com dobraduras de jornais,






A Fundação Casa   também participa do Jejum de Daniel .Recebeu nesta última terça-feira voluntários da UNIVERSAL, que levaram uma noite toda especial. 



 Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, que fez orações de libertação, para que houvesse uma transformação na vida de cada adolescente, após a oração de libertação, houve um grande clamor pelo derramamento do Espírito Santo, no qual cada adolescente, buscou com todo fervor pelo novo nascimento.

em seguida o Pastor Geraldo Vilhena deu uma palavra sobre o significado da Santa Ceia, que através do pão e do suco de uva após apresentado os elementos para o Senhor Jesus fica abençoado, e é feito em memória do sacrifício dele na cruz cruz do calvário. na medida que cada um participava houve uma alegria da parte de cada adolescente, e algumas famílias também presentes participaram da Santa Ceia.












Houve a determinação do Batismo do Espírito Santo.




Em seguida os adolescentes foram encaminhados para cumprir as escrituras sagradas sobre o batismo nas águas, o Pastor Geraldo Vilhena explicou o significado sobre o batismo nas águas e sobre a importância do novo nascimento, de levar uma vida reta longe das más companhias, e ao todo foram batizados seis jovens, que aceitaram ao Senhor Jesus.







Já na saída um adolescente surpreendeu ao Pastor Geraldo Vilhena com uma maquete do Templo de Salomão que fez com dobraduras de jornais,





para finalizar os funcionários agradeceram a nossa presença e relataram uma mudança após o trabalho que vem sendo realizado pela Igreja Universal do Reino de Deus na Fundação Casa de São Paulo..

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Autossabotagem: quando você é seu pior inimigo

Autossabotagem: quando você é seu pior inimigo

O que fazer quando algo dentro de você frustra seus próprios planos

Mais uma vez ela vai dormir chorando. Quando entra em casa apressada e se tranca no quarto sem falar com ninguém, sua mãe lê a mensagem estampada no ar: “Brigou com o namorado de novo...”. Não diz nada, porque “não adianta insistir”.
Tira os tênis com os pés e deita com a roupa do corpo. Sequer puxa a coberta. Apenas deixa as lágrimas escorrerem pelo rosto marcado das agressões. Não é a primeira vez que isso acontece, então se pergunta “Até quando? Até quando?” e lembra da música que pergunta “Será que todo dia vai ser sempre assim?”.
Sempre assim
Para muitas pessoas, todo dia é sempre assim. Esse é somente um exemplo de como as pessoas autossabotam as vidas. Inconscientemente, repetem atitudes prejudiciais, levando a várias formas de prejuízo.
O psicólogo Alexandre Rivero, mestre em Psicologia Escolar e especialista em Psicologia Clínica, explica que a autossabotagem tem relação com o que acontece desde a infância: “Desde pequenos criamos mecanismos de defesa, de proteção. O que acontece é que, algumas vezes, esses recursos criam certos embaraços.”
Entre esses embaraços, que estão muito presentes no cotidiano, está aquele momento em que a vida é ruim, mas não é feito nada para melhorar.
“A pessoa vive reclamando de seu ‘mundinho’. Ela se apresenta insatisfeita, descontente com a vida, mas já conhece a situação. Por mais que reclame, toda vez que surge uma possibilidade de transformação ela se afasta. Isso por medo de não sobreviver fora da “zona de conforto”. Ela quer uma vida diferente, mas a mudança exige que a pessoa reveja a própria vida, aceite desafios, por isso ela evita”, explica Rivero.
















Vida Nova
Érika Leite correu na contramão da autossabotagem, e após muitos transtornos, conseguiu mudar sua vida. Desde criança ela sofreu com o alcoolismo e a violência dentro da família, o que a tornou uma pessoa sem limites.
“Eu não respeitava ninguém, pisava nas pessoas. Por conta da educação que recebi, carregava muita revolta dentro do meu coração.”
Érika apanhou do pai entre os 4 e os 25 anos de idade, desenvolvendo, assim, uma personalidade forte e irresponsável. Graças ao jeito rude de ser, afastou muitas pessoas dela. Uma vida solitária, decorrente do comportamento inamistoso. Embora soubesse, em alguma instância, que todos necessitam de afeto para sobreviver, não tinha consciência de que o gelo que rodeava seu coração poderia ser quebrado sem que ela se machucasse mais.
A mágoa carregada por toda a vida fez com que Érika sabotasse sua vida profissional e pessoal, perdendo oportunidades em todos os campos de sua vida, como promoções em empresas e programas em família.
A mudança na vida de Érika veio por meio da fé, que, como Rivero explica, é uma ferramenta muito importante na mudança de vida: “É muito importante desenvolver a autoconfiança. Quando a pessoa confia em Deus, cria uma autoconfiança maior, evitando problemas de autossabotagem.”
Érika concorda e reflete essa afirmação. Casada, mãe e em paz com sua família, agradece a Deus por ter lhe dado o conforto, o carinho e a esperança que faltou em sua infância. “Deus cura, renova, renasce a pessoa. Tudo coopera para o bem de quem ama a Deus. Ele é o maior psicólogo que existe”, garante.
O que fazer?
Os processos de autossabotagem são os mais variados, desde dietas quebradas até o isolamento social. Tudo isso reflete na saúde física, mental e espiritual. Uma pessoa que, inconscientemente, dá um jeito de estragar todas as coisas positivas que se apresentam em sua vida, sempre será infeliz.
Mas, então, o que fazer?
“O primeiro passo é refletir. Refletir a vida que leva, os motivos de estar naquela situação, repensar a própria vida”, afirma Rivero. “Muitas vezes as pessoas não conseguem refletir sozinhas, então procuram ajuda para isso.”
A autoestima é uma colcha de retalhos bordada com os eventos mais marcantes do passado. Muitas vezes, esses fatos não são visíveis à própria pessoa, mas influenciam em sua vida. É preciso refletir sobre o passado para dar um passo adiante





Nos últimos tempos em todo o universo, tem acontecido coisas espantosas como catástrofes naturais, guerras,doenças,fome e principalmente o avanço das drogas no meio da sociedade. mesmo assim a UNIVERSAL não desiste de ajudar as pessoas principalmente os jovens internos e famílias da Fundação Casa.
Foi realizado um evento especial na Fundação Casa no último domingo 16/03/14. Vamos conferir...


O guitarrista Reginaldo começa o evento animando os jovens e famílias.

Pastor Geraldo Vilhena esteve presente fazendo uma oração para iniciar o evento.

Robson de Freitas ex-usuário de cocaína foi entrevistado pelo  Pastor Geraldo Vilhena.Freitas fala de sua história no meio do crime.

Amauri ex-traficante também foi entrevistado e contou a sua história na vida do crime.





Robson mostrou para os internos e famílias o resultado de uma das consequências das drogas(perdeu uma perna)

Os jovens internos ficaram muito emocionados com a cena,

Pastor Geraldo Vilhena junto com os voluntários que fazem a obra de Deus dentro da Fundação Casa, fizeram oração para a CURA DO VÍCIO.


Muitas famílias e internos  tiveram a certeza da cura dos vícios assim deram os seus depoimentos em seguida.

No Vale da Sombra da Morte uma peça teatral realizada pelos obreiros da UNIVERSAL próximo do Templo de Salomão.

Este homem foi vítima do mal pela sua desobediência da palavra de Deus.

Cada personagem de cor preta representa cada sofrimento que este homem passou,


As correntes representa como o mal prende as pessoas com diversos problemas.

Quando tudo estava acabado para este homem. Então o Senhor Jesus veio e o libertou das correntes do mal.



Após todos estes acontecimentos no final houve o festival de doces,sorvetes e refrigerantes para todos 







Todos nos agradecemos ao nosso diretor e funcionários da Fundação Casa da Vila Maria UI-São Paulo, por ter dado oportunidade para as famílias e  internos de participarem deste evento, pois eu tenho certeza, que no final todos ganharam com a semente que foi plantada em cada coração.