sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Você acha que seu corpo é tudo?

Você acha que seu corpo é tudo?

Atraídas por procedimentos estéticos, muitas mulheres arriscam a própria vida para chegar à forma perfeita







Já está virando notícia rotineira nos jornais: mulheres morrem por se submeterem a alguma cirurgia ou procedimento puramente estético. O caso mais recente é o de Maria José Medrado de Souza Brandão, de 39 anos, e aconteceu em Goiânia. Raquel Policena Rosa, de 27 anos, se apresentava às pacientes como biomédica e, de acordo com as mulheres que a procuravam, ela parecia bem convincente e confiante. Ela foi presa no último dia 13.
Com rápidas aplicações de hidrogel nos glúteos, um gel de preenchimento, a falsa biomédica prometia aumento do volume do bumbum. Iludida pelo procedimento que parecia simples e milagroso, Maria José procurou a clínica de Raquel no dia 25 de outubro. Após a aplicação do produto, ela começou a se sentir mal e horas depois estava morta. Quando o caso veio à tona, outras mulheres começaram a dar queixa na polícia. Elas também haviam feito o procedimento com Raquel e relatavam sintomas parecidos com os de Maria José. O Conselho Federal de Medicina (CFM) emitiu um comunicado alertando que qualquer procedimento invasivo deve ser feito apenas por médicos. Uma dessas pacientes tem apenas 17 anos, ou seja, ainda não atingiu a maioridade civil, mas já entrou para o grupo das insatisfeitas com o próprio corpo.
O que procuram de fato as mulheres que se submetem a esse tipo de procedimento arriscado? Na visão da psicóloga Maria Thereza de Alencar Lima, da PUC-SP, pessoas que buscam modificações no corpo querem se sentir melhor com a aparência "ou ainda corresponder a um padrão social do que seja considerado atraente ou belo em determinado tempo e cultura. Essas modificações estéticas podem traduzir desejos de alcançar o ideal do que é belo amplamente reforçado pela mídia, mas que é inexistente na realidade", adverte.
A auxiliar de recursos humanos Ariana Policher Almeida, de 27 anos, é uma morena bonita e, na adolescência, era dançarina em um grupo de axé. "Os caras se atraíam por mim porque eu era dançarina, usava roupas curtas, decotadas e bem apertadas naquela época", relembra ela, que confessa que sempre se achou bonita e sabe que era exatamente por isso que muitos jovens se aproximavam dela. "Ninguém queria saber quem eu era realmente. A mulher acaba se tornando um passatempo para esses caras", destaca ela.







Ariana estava certa de que jamais encontraria alguém para passar o resto de sua vida no meio em que vivia. Um dia, ela começou a frequentar a Universal. "Logo de início me senti mal de ir às reuniões com roupas curtas ou apertadas", conta ela, que, aos poucos, foi aprendendo o valor do recato para uma mulher. E foi exatamente essa a isca infalível para conquistar o amor de sua vida. "A gente jamais vai atrair a pessoa adequada pela aparência do nosso corpo. É claro que temos que nos arrumar, mas isso não quer dizer modificar quem eu seja", explica a jovem. Ela está casada há um ano com o comprador técnico Michael Policher Almeida, de 29 anos. "O que mais me atraiu na Ariana não foi a sua beleza, que é visível, mas o seu jeito discreto de ser, de falar com os outros, de caminhar", revela ele.
Além disso, a psicóloga Maria Thereza recomenda que a pessoa busque valorizar a própria imagem para se sentir mais confiante. "Isso pode facilitar conquistas no campo profissional e pessoal porque ela passa a ser vista de maneira mais positiva pelos que a cercam", ressalta ela. No entanto, é essencial aceitar as mudanças que o tempo traz no corpo de qualquer ser humano. "Lidar com essas mudanças é essencial para compreender outros valores, considerar outras possibilidades, além do corpo, de se sentir satisfeito consigo e com o mundo que o cerca", orienta.
Para a psicóloga, o segredo está em se aceitar. "Aprender a se amar pode ser um trabalho mais difícil para algumas pessoas, exige buscar a consciência de si próprio em outros aspectos que não seja apenas a aparência física", conclui.






Maria josé medrado
A mulher, natural de Goiânia, morreu após passar por um procedimento estético de aplicação de hidrogel no glúteo, para aumentar o tamanho do bumbum. Ela teria sido submetida ao tratamento pelas mãos de Raquel Policena Rosa, que se apresentava como biomédica. A polícia suspeita de que Raquel tenha aplicado silicone industrial em Maria José



Sisterhood visita internas da Fundação Casa

Voluntárias distribuem kits e livros para menores infratoras

Por Sabrina Marques
redacao@arcauniversal.com
Amor e dedicação são características presentes em todas as voluntárias do Sisterhood, grupo que surgiu em dezembro de 2009 e tem a finalidade de resgatar a essência feminina colocada por Deus em cada mulher. Desta vez quem recebeu o carinho dessas mulheres foram as internas da Fundação Casa “Chiquinha Gonzaga”, da Mooca, bairro localizado na zona leste da capital paulista.

As mais de 140 internas do local receberam kits de higiene pessoal e também centenas de livros “A mulher V”, da escritora e fundadora do Sisterhood, Cristiane Cardoso.

Além das doações, as internas também ouviram mensagens de fé e esperança, contidas na Palavra de Deus. Para o responsável pelo trabalho evangelístico dentro da Fundação Casa, pastor Geraldo Vilhena, a iniciativa do grupo é fundamental para a ressocialização e mudança de comportamento das menores infratoras. “Este é um trabalho excelente, pois a presença das voluntárias fez com que as jovens se aproximassem mais. Muitas abriram o coração, choraram após receber as orientações das esposas dos bispos, elas elevaram a autoestima, que a muito tempo estava em baixa, este evento foi muito bom”, conclui o pastor Geraldo Vilhena.

Momento da entrada do grupo Sisterhood

Uma palavra de fé


Jovens internas recebem um atendimento das esposas dos bispos e pastores

Leitura do livro A MULHER V

Senhora Margarete esposa do bispo Marcos com duas internas da Fundação Casa.

Senhora Rosilene esposa do bispo Jadeson com uma jovem interna.

Senhora Marcia esposa do bispo Romualdo antendendo uma jovem interna

Senhora Fátima esposa do bispo Clodomir atendendo jovens internas.

Uma visita na Casa das mães na Fundação Casa

Uma oração para finalizar.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Até que ponto chega o amor do ser humano às coisas materiais?

 Até que ponto chega o amor do ser humano às coisas materiais?

Entenda que só há um Tesouro que dura para sempre













Em janeiro deste ano, um aposentado foi enterrado com a sua grande paixão: Harley. Não, não se trata da mulher da vida dele, e sim de sua moto, uma Harley-Davidson ano 1967. O homem, de 82 anos, sofria com um câncer no pulmão e já tinha falado com os filhos sobre o desejo de ser enterrado com a moto. Ele pediu, inclusive, que fosse feito um caixão especial para o momento.
Como os faraós
No Egito antigo, acreditava-se que, ao morrer, a pessoa iria viver no além, por isso, ela precisava levar tudo o que era necessário para a nova jornada. Então, a pessoa era enterrada mumificada, já que era preciso também garantir a integridade do corpo, juntamente com seus pertences. Como a outra vida seria vivida de acordo com o que tinha sido na Terra, isso já dava uma noção do que deveriam preparar para colocar no túmulo.
Um símbolo desse costume está representado nas pirâmides. Elas foram construídas para enterrar os faraós, que eram mumificados e sepultados nessas edificações com todos os seus pertences. As pirâmides mais conhecidas estão localizadas no deserto de Gizé e foram construídas como tumbas para os reis Quéops, Quéfren e Miquerinos, do Antigo Império.
Outras civilizações também cultuavam esse costume, como a de Nazca e Mochica, situadas na América do Sul. 
Mas, independentemente da localização desses povos, eles têm uma crença em comum para serem enterrados com os seus pertences: a continuação da vida após a morte, exatamente como ela era aqui na Terra.
Onde está o seu tesouro?
O apego a bens materiais tem levado muita gente a resistir a assaltos, por exemplo, por causa até mesmo de um simples celular, colocando em risco a própria vida. E quando não é assim, vemos extremos, como o do dono da motocicleta.
O problema não está em ter, mas sim no apego.
Todas as conquistas materiais não terão mais valor algum diante da morte. Porém, existe um tesouro que poderá ser levado para eternidade, e sua posse também se faz em vida. Um tesouro eterno.
Uma falsa segurança












A comerciante Margarida Abelleira (foto ao lado) sentia-se segura com todos os bens que possuía. “Eu era apegada à casa, ao carro, ao dinheiro. Para mim isso era tudo. Aqueles bens que eu tinha eram mais importantes que qualquer outra coisa. Sentia-me segura. Quando estava triste, eu pensava no que tinha e aquilo, aparentemente, preenchia meu vazio”, afirma ela.
Até que um dia toda a segurança foi abalada. “Perdi todos os meus bens. Passei até fome. Sofri com a depressão e, com isso, surgiu o desejo de suicídio, por não aceitar aquela situação. Isso abalou toda a minha família”, lembra Margarida.
Mas um convite mudou essa história. “Recebi um convite para participar de uma reunião na Universal; disseram que lá minha vida iria mudar. Não tinha mais nada a perder e aceitei. Então, aprendi sobre o verdadeiro tesouro, aquele que ninguém poderia me roubar ou ser destruído pelas inconstâncias do mundo. Hoje, tudo mudou. Deus restaurou a minha vida por completo. Quando passei a priorizar o tesouro eterno, que é a comunhão com Ele, tudo quanto eu havia perdido me foi restaurado. Agora, não me apego a bens materiais. A minha segurança está na minha fé no Senhor Jesus.”




Próximo do Templo de Salomão, a UNIVERSAL ofereceu um grande almoço para as famílias dos internos da Fundação CASA.
O Grupo de voluntários da UNIVERSAL que realizam um importante projeto  dentro das unidades da Fundação CASA no estado de São Paulo,oferecem um grande almoço próximo ao Templo de Salomão para as famílias dos internos.

Neste último domingo aconteceu este evento.A primeira tecladista e cantora da UNIVERSAL Cristina Miranda   alegra  os presentes com canções alegrando a todos.


O Pastor Geraldo Vilhena (Coordenador de evangelização em unidades da Fundação CASA de São Paulo.) inicia o evento  ressaltando  que os jovens internos são  vítimas de  legiões de espíritos malignos, que os leva para as  drogas e a criminalidade em geral.Mas quando eles se  libertam destes espíritos através da fé,voltam ser pessoas idôneas para sociedade.


Como aconteceu com o palestrante  Amauri que fala de suas experiências no mundo do crime e drogas.Começou aos 11 anos de idade  no contrabando de armas e munição, depois foi gerente de boca  no trafico.Chegou a bater em seu próprio Pai ,era agressivo quando estava sob efeito das drogas.Mas sua mãe nunca  desistiu de lutar pela sua recuperação.Ela já buscava em oração e propósitos na igreja  e  DEUS  honrou sua fé , até que um dia cansado daquela vida resolveu  sair entregando todas as armas  e munição no altar da DEUS.Comenta que levou sete meses  para  se libertar totalmente da vontade das drogas.Hoje passados 19 anos que esta liberto ,e tem uma vida e família abençoada. 

Como também a Sr Ana Campos que era alcoólatra 

Nelson viciado em varias drogas

Walter também cheio de vícios

Laudilino ex- assassino 

Senhora Marcia  era  cheia de magua, orgulho

Após as palestras o pastor Geraldo Vilhena junto com os voluntários realizam oração da fé para arrancar o mal de todas as famílias .

Veja nesta foto mostra pessoas se libertando dos espíritos malignos 

Após esta  libertação foi servido delicioso almoço para famílias .Almoço este com muita variedade de pratos sobremesas,algodão doce e sorvetes , tudo preparado com muito carinho pelas voluntárias.

Algodão doce feito na hora.

Para  fechar com chave de ouro este evento ,foram doados muitos exemplares do livro A ULTIMA PEDRA onde os adolescentes e suas famílias terão acesso  a muita  informação do mal que as drogas fazem.